Linha: Preto Velho
Aruê meu cativeiro Meu cativeiro Meu cativerá Preto velho tava cansado Me abre a senzala e bate o tambor Preto velho deu viva a Iaiá Deu viva a Sinhá Deu viva ao Sinhô
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Minha cachimba tem mironga Minha cachimba tem dendê Quem duvida da minha cachimba Que venha ver, que venha ver
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Clareou, clareou Clareou e tornou clarear Quando a lua clareia o terreiro Pai Benedito é quem vem trabalhar
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Com dendê, com dendê Preto velho trabalha com dendê Agora eu quero ver Preto velho trabalha com dendê
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È o vento que balança a folha, guiné È o vento que balança a folha
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Eu já plantei café de meia Eu já plantei canavial Café de meia não da lucro Sinhá Dona Só a Umbanda é quem vai dar
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Traga o seu cachimbo Traga o vinho do vovô Hoje é dia de festa Cativeiro acabou Salve o povo de angola Salve o povo de aruanda Saravá vovó Catarina Que chegou aqui na umbanda Vou chamar pai benedito Pai tome e joão mineiro Chama todos os Preto Velho Pra festejar no terreiro Refrão Salve as almas benditas que trabalha no terreiro Sarava as santas almas desse meu mundo inteiro Salve o povo de kalunga Salve o povo quimbandeiro Saravá 13 de maio Hoje é festa no terreiro Refrão
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Iá, iá, eu não sei ler Iá, iá, quero aprender Me empresta sua cartilha Que eu também quero aprender É um A, é um B É um A, é um B é um C Me empreste sua cartilha Que eu também quero aprender
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Lá vem vovó Descendo a ladeira Com a sua arucaia Ela vem de Aruanda Ela vem de Aruanda Ela vem de Angola Eu quero ver vovó Eu quero ver vovó Eu quero ver Filhos de umbanda Não tem querer
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Lê Léo Lê Leô Rei de Congo Lé Leo Rei de Congo Lé Leo
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Preto velho pisa, pisa devagar Antigamente corria igual você A muito tempo ele já sabe esperar Coisa que hoje você tem que aprender 2X A sua estrada tem muita mironga Tem muita historia boa de aprender Em cada igreja que passa ele ora Pedindo a Virgem que interceda por você 2X Preto velho pisa, pisa devagar Antigamente corria igual você A muito tempo ele já sabe esperar Coisa que hoje você tem que aprender 2X De sol à sol como escravo se entregava A vida dura, você tinha que ver E a noitinha na senzala ele rezava Pedindo a Zambi mais um dia pra viver 2X Preto velho pisa, pisa devagar Antigamente corria igual você A muito tempo ele já sabe esperar Coisa que hoje você tem que aprender Oi salve Deus ,salve as almas benditas Quem acredita vai saber entender Que cada lagrima do velho quando rola Faz aliviar os pecados de você
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Oi quem vem lá Quem combate demanda Ela é filha de congo É Maria redonda Oi quem vem lá Quem combate demanda Ela é filha de congo É Maria redonda
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Nego Velho é Africano Filho de Babalaô 2x Nego Veio de Angola Por isso fala Nagô 2x Preto velho pisa, pisa devagar Preto velho pisa, pisa devagar Antigamente corria igual você 2X A muito tempo ele já sabe esperar Coisa que hoje você tem que aprender 3X A sua estrada tem muita mironga Tem muita historia boa de aprender 2X Em cada igreja que passa ele ora Pedindo a Virgem que interceda por você 3x Preto velho pisa, pisa devagar Antigamente corria igual você A muito tempo ele já sabe esperar Coisa que hoje você tem que aprender 2X De sol à sol escravo se entregava A vida dura, você tinha que ver 2X E a noitinha na senzala ele rezava Pedindo a Zambi mais um dia pra viver 3X
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Numa noite linda Que tinha luar Preto velho louva a Zambi Pra cativeiro acabar Trabalha preto, trabalhou Trabalha preto, trabalhou Trabalha preto Cativeiro acabou
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O galo bateu asas e cantou Na hora que Preto velho chegou Se esse galo não cantasse Muita gente não sabia Preto velho aqui chegava Antes do romper do dia
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Ô lêlê meu Deus do céu Que alegria O preto velho não carrega soberbia Meu Deus do céu Isso aqui eu preferia A estrela Dalva no ponto do meio dia Eu vou plantar nesse quintal pé de pinheiro Para mostra como se quebra macumbeiro Refrão Traz um penacho bota abaixo na campanha Nesse terreiro galo velho não apanha
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Pai Benedito chama feitiço, Quem faz feitiço é feiticeiro Da aruanda vem ordem do velho, Quem manda é o velho faceiro O feiticeiro pega o patuá, Mandinga em suas ervas E no terreiro vem dançar Bate o pé levanta a poeira E queima coisa ruim Salve o feitiço do velho feiticeiro
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Pai Cambinda estava sentado Na porteira curral Quem tem inimigo não dorme Cambinda Acorda pra trabalhar Cambinda ô mamãe ê Cambinda ô mamãe â Segura Cambinda que eu quero ver Filhos de umbanda não tem querer Oi segura essa gira que eu quero ver Filhos de umbanda não tem querer
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Pisa na linha de congo meu filho, filho meu. Pisa na linha de congo devagar, filho meu Pisa na linha de congo destemido filho meu Pai Congo trabalha na Umbanda para lhe ajudar Olha a conga girar
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Pai Joaquim cadê Pai Mane Oi ta na mata apanhando guiné Ô diga a ele pra quando vier Que suba a escada na ponta do pé Pai Joaquim ê ê Pai Joaquim ê á