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Ponto de Umbanda

Limpar

Abre cortinas

Linha: Abertura

Letra:
Abre, abre as cortinas
Para o trabalho começar
Salve , salve a Umbanda
Salve , salve Severino
Salve a Rosa Maria
Que aqui neste terreiro 
Eles vem pra trabalhar
Derrame sobre nos o seu amor
Porque aqui 
Todos nós somos irmãos
E agradecer aos Orixás
Que aqui neste terreiro sempre teve união.

Afirma o ponto

Linha: Abertura | Toque: Nagô

Letra:
Afirma, afirma
Vamos afirmar

Que o terreiro de Umbanda
Não foi feito pra brinca

Quem não pode com a mandinga
Não carrega patuá

Curimba do Terreiro

Linha: Abertura | Toque: Ijexá

Letra:
Vamos saudar a curimba do terreiro
Que com força anuncia que o trabalho começou
A voz da umbanda é o couro do atabaque
Que em meus ouvidos batem e diz que Deus me abençoou

Pai Severino convocando  os nossos guias
Que aqui chegam com alegria
Abençoar nossos irmãos
Som do atabaque impulsiona a vibração                                       
O Ogã passa para o couro as batidas do coração
 
Vamos saudar a curimba do terreiro
Que com força anuncia que o trabalho começou
A voz da umbanda é o couro do atabaque
Que em meus ouvidos batem e diz que Deus me abençoou

Rosa Maria  convocando  os nossos guias
Que aqui chegam com alegria
Abençoar nossos irmãos
Som do atabaque impulsiona a vibração                                      
O Ogã passa para o couro as batidas do coração

Eu abro a nossa gira

Linha: Abertura | Toque: Nagô

Letra:
Eu abro a nossa gira
Com Deus e Nossa Senhora
Eu abro a nossa gira
Zamboré pemba de Angola

Quem é que vem de lá de longe
São nossos guias que vem trabalhar
Ô daí-me forças pelo amor de Deus me Pai
Ô daí-me forças nos trabalho meus.

Hino aos Orixás

Linha: Abertura | Toque: Ijexá

Letra:
Penso no dia que logo vai nascer
E o meu peito se enche de emoção
A esperança invade o meu ser
Eu sou feliz e gosto de viver
Pela beleza dos raios da manhã
Eu te saúdo Mamãe Inhaçã
Pela grandeza das ondas do mar
Me abençoe Mamãe Iemanjá 
A mata virgem tem seu semeador
Ele é Oxossi, okê, okê, arô.
Na cachoeira eu vou me refazer
Nas águas claras de Oxum, aiê, iê.
Se a injustiça faz guerra de poder
Vale a espada de Ogum, Ogum nhê.
Não há doença que venha me vencer
Sou protegido de Abaluaê
Eu sou da paz, mas sou um lutador.
A minha lei quem dita é Xangô

A alegria já tem inspiração 
Na inocência de Cosme e Damião
Não tenho medo, vou ter medo de que
Tenho ao meu lado Nanã Buroquê
E essa luz que vem de Oxalá
Tenho certeza vai me iluminar.